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quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Lançamento do livro de contos infantis: ESCOLHENDO HISTÓRIAS, CONTAMOS HISTÓRIAS


Sob exigente batuta da Dinah Choichit - Presidente do ICAL - os contos foram reunidos, administrados e publicados. 

O Livro ESCOLHENDO PALAVRAS, CONTAMOS HISTÓRIAS saiu pela Editora Ofício das Palavras, e nasceu dos encontros na Oficina de Textos Ideias e Ideais, realizados semanalmente com a finalidade de exercitar a escrita.

A obra foi idealizada para crianças de várias idades com histórias de fadas, e átomo, insetos, graveto, lendas e outros temas. 

O mais interessante, depois dos textos, são as ilustrações, propositalmente vazadas sem cor, para que a criança exerça a criatividade e pinte cada imagem, decorando a página como lhe agradar. 

A festa de lançamento foi um sucesso! A tarde inteira o salão permaneceu lotado, de risos e agradecimentos, tanto dos autores como dos leitores. 
A magia já começava ali com maquiagens coloridas nos rostinhos, brincadeiras e pinturas. A música preenchia o espaço dando um real clima de festa.

Parabéns aos autores que felizes conseguiram mais esta vitória. Parabéns à presidente que incentiva à todos com seu espírito de conquista.


Dinah Choichit























Veja foto de alguns autores:

Do Carmo

Jorge da Paixão

Rejane Martins

Eliana Dau Peloni

Ricardo Augusto

Hirtis Lazarin

Noêmia Iasz

Dinah Amorim

Ana Catarina

Com Maria José

Algumas fotos de nosso encontros nas oficinas:



























Revista Eixo Cultural - do ICAL













terça-feira, 22 de novembro de 2016

GRACILIANO RAMOS - CURIOSIDADES - DOCUMENTÁRIO E AUDIOLIVRO DA OBRA VIDAS SECAS



Resultado de imagem para Graciliano Ramos na Imprensa Oficial em 1930

Graciliano ramos





Prefeitura de Palmeira dos Índios, 1929.

"Prefeito não tem pai"


Fiscal entra esbaforido na sala do prefeito:

- Prefeito, prefeito... Seu Sebastião...

- Quem?

- Seu Sebastião. Ele...

- Que Sebastião, Paulo?

- O seu pai, Seu Sebastião.

- Hômi, fala logo. O que tem ele? - o tempo inteiro o prefeito não havia desgrudado os olhos dos papeis com vários números que rabiscava. Pegara a prefeitura com poucos recursos.

- Ele não quer deixar que os fiscais apreendam os bicho que tão na rua. Disse que era um absurdo, por ser pai do prefeito.

O prefeito levanta a cabeça, olha rapidamente para o chefe da fiscalização e fala:

- Apreenda os bichos e o multe por descumprir a norma.

- Mas.

- Apreenda!

Horas depois, o prefeito Graciliano Ramos encontra o pai, ainda furioso com a multa a ser paga e com os porcos e cães que haviam sido apreendidos na rua. A resposta veio curta e grossa:

- Prefeito não tem pai. Eu posso pagar sua multa. Mas terei que apreender seus animais toda vez que o senhor os deixar na rua.

(O desacato à ordem de não manter os animais nas ruas de Palmeira dos Índios por parte de Sebastião Ramos de Oliveira, pai do escritor Graciliano Ramos, está relatado na biografia O velho Graça: Uma Biografia de Graciliano Ramos, de autoria de Dênis de Moraes. A frase está descrita no livro, a situação que a antecede é pura suposição deste que vos escreve).

(http://terrainteressados.blogspot.com.br)




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O então governador Álvaro Paes, impressionado com os dois relatórios de prestação de contas de sua administração (1929 e 1930), como prefeito de Palmeira dos Índios, convida Graciliano Ramos para dirigir a Imprensa Oficial do Estado. Os relatórios, escritos de forma impecável e em linguagem literária, depois ficaram famosos e integram o corpo do livro Viventes das Alagoas.

... No tempo em que Graciliano Ramos dirigia a Imprensa Oficial, Aurélio Buarque de Holanda era o revisor de textos, e moravam na capital o romancista paraibano José Lins do Rego, a cearense Raquel de Queiroz.

Jorge de Lima atendia em sua clínica médica e já acendia seus lampiões em versos sobre paisagens alagoanas. E a turma avançava com Théo Brandão, Manuel Diegues Júnior, Raul Lima, Carlos Paurílio, Alberto Passos Guimarães, Valdemar Cavalcanti, Aluísio Branco, Cipriano Jucá, alguns deles com passagens pela Imprensa Oficial.
A gestão de Graciliano na Imprensa Oficial do Estado é rápida. Ele assume em 31 de maio de 1930, e fica até 26 de dezembro de 1931. 
Nessa época convocou todos os funcionários fantasmas da Imprensa Oficial, o que muito os assustou. 

Depois de Dezembro de 1931, desgostoso com a vida de burocrata da imprensa, ele volta para Palmeira dos Índios, onde escreve os primeiros capítulos de São Bernardo, entre cafés, cachaças e cigarros, na sacristia da Igreja Matriz.

Mas é convidado pelo interventor do Estado de Alagoas, capitão Afonso de Carvalho (nomeado pelo presidente Getúlio Vargas), a assumir a direção da Instrução Pública, hoje seria um secretário estadual de Educação.
Desempregado, Graciliano aceita o convite e deixa definitivamente Palmeira dos Índios para morar em Maceió. Como responsável pela educação no Estado faz visitas surpresas às escolas e sabatina professores, cria a merenda escolar na rede pública.
No livro biográfico O velho Graça, de Dênis de Moraes, há uma passagem onde ele descreve uma das tantas visitas sorrateiras que Graciliano fazia às escolas. E nesta, vendo que não havia alunos, quis saber o motivo. A diretora, embaraçada, disse que não a regra não permite alunos descalços e sem uniformes. Graciliano comprou sapatos e ordenou que as professoras fossem de casa em casa avisando que agora as crianças já podiam ir às aulas. 
Era avesso à grandes gastos e preferia que se reformassem as escolas, em vez de construir novas. 
Em 1936, três anos após sua posse na Educação do Estado, é demitido e preso, acusado de subversão, em sua casa na rua da Caridade, no bairro da Pajuçara, onde escrevia Angústia.

Resultado de imagem
(postagem baseada no texto de http://www.cadaminuto.com.br)


VEJA AQUI DOCUMENTÁRIO DA VIDA DE GRACILIANO RAMOS:





AUDIOLIVRO - VIDAS SECAS

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

CONVITE PARA LANÇAMENTO DA ANTOLOGIA: ESCOLHENDO PALAVRAS, CONTAMOS HISTÓRIAS


ESCOLHENDO PALAVRAS, CONTAMOS HISTÓRIAS
Autoras do ICAL




Convidamos nossos leitores para o lançamento do livro que reúne histórias para crianças. 

A obra está muito bem organizada, as ilustrações são grandes e elas vêm em preto/branco para que as crianças mesmas façam a pintura. Ainda contém jogos para divertir a garotada. 

No coquetel de lançamento haverá diversão, balões, contação de histórias e muita brincadeira!
Não falte

Traga sua família para conhecer os autores. 

Rua Dr. Cardoso de Melo, 382 - Vila Olímpia - SP
Começa às 15 horas e vai até 21 horas. Mas, procure chegar antes de escurecer para que as crianças aproveitem mais. 


Contamos com a presença de todos.




CONVITE PARA LANÇAMENTO DA ANTOLOGIA: ESCOLHENDO PALAVRAS, CONTAMOS HISTÓRIAS


ESCOLHENDO PALAVRAS, CONTAMOS HISTÓRIAS
Autoras do ICAL




Convidamos nossos leitores para o lançamento do livro que reúne histórias para crianças. 

A obra está muito bem organizada, as ilustrações são grandes e elas vêm em preto/branco para que as crianças mesmas façam a pintura. Ainda contém jogos para divertir a garotada. 

No coquetel de lançamento haverá diversão, balões, contação de histórias e muita brincadeira!
Não falte

Traga sua família para conhecer os autores. 

Rua Dr. Cardoso de Melo, 382 - Vila Olímpia - SP

Vai começar às 15hs e vai até às 21hs. Mas, procure chegar antes de escurecer para que as crianças tirem mais proveito das brincadeiras.


Contamos com a presença de todos.




MÚSICA E POESIA DO ICAL NA LEROY MERLIN





MÚSICA E POESIA DO ICAL EM LOJA DA LEROY MERLIN




Ontem foi feriado - 15 de novembro - mas, para música e poesia não há folga, não é mesmo?

O ICAL esteve presente na tarde de ontem, na loja Leroy Merlin Cia Brasileira de Bricolagem, no bairro do Jaguaré em São Paulo, apresentando música e poesia para os clientes.

A música correu solta pela afinada voz de Luiz Guilherme com as mais famosas e saudosas serestas brasileiras. O som preencheu o espaço e os corações se abriram para o de melhor da música brasileira.

Estavam presentes: Dinah Choichit, Suzana da Cunha Lima, Luiz Guilherme Cruz, Ricardo Augusto, Eliana Dau Peloni, e Jorge da Paixão, o poeta que trabalha na loja. 


O QUE É VELHICE PARA ALGUNS! - Amora

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O QUE É VELHICE PARA ALGUNS!
Amora

Há alguns anos, antes da segunda guerra mundial, vivia no Japão, cidade sagrada de Kioto, uma família conhecida por sua saúde, bondade e longevidade. Seus membros mais idosos, faleciam com mais de cento e vinte anos.

Um deles, chamado Namura, tornou-se um médico notável por seus tratamentos e descobertas. Trabalhava num hospital aos pés do monte Fuji, recebendo inúmeros doentes terminais que se curavam em suas mãos. A técnica, de pouca medicação, era baseada na alimentação e em produtos naturais. Esse talvez fosse o segredo dessa família viver tanto e, bem de saúde.

Namura, aos cinquenta anos, já era um conceituado professor de Universidade, operador e escritor, revelando sucessivas conquistas.

Amado pelos jovens de sua época, sobrevivente de guerra e algumas catástrofes acontecidas no Japão, continuava aos cem anos com a aparência e disposição que tinha aos cinqüenta. Chamou a atenção de muitas pessoas que se interrogavam qual seria o segredo de tanta jovialidade. Parecia que tinha descoberto a fonte da juventude.

Um dia, entrevistado por um repórter, acabou revelando seu dia simples e contínuo. Trabalhava sem parar, levantava-se cedo, dando aulas, escrevendo, orientando pacientes no hospital. Não deixava pensamentos ruins tomarem conta de sua mente. Alimentava-se muito pouco, comendo somente o necessário; um copo de suco de laranja de manhã, com uma colher de azeite de oliva, para facilitar a circulação sanguínea. Ao almoço, um pouco de leite de cabra ou uma fruta da estação, deixando para o jantar uma refeição leve à base de arroz e peixe. Procurava sempre manter o peso ideal à sua estatura, caminhando à pé em sua rotina diária.

Conversava muito com seus alunos mais jovens, procurando se manter atualizado, não falando muito do passado, comentando o presente e sonhando sempre com um futuro promissor.

Era constantemente questionado sobre o sucesso no tratamento de seus doentes, principalmente os portadores de câncer, aos quais dedicava cuidados especiais. Respondia através da alimentação. Certos tipos de alimentos alimentam as células cancerígenas, mesmo com tratamentos químicos e radioterápicos, que estacionam o Câncer mas não curam, fazendo-o voltar, porque o organismo enfraquece.  É necessário matar de fome as células cancerígenas, alimentando as boas e nutritivas ao fortalecimento do corpo. Seu estudo e livros publicados tiveram grande repercussão entre equipes médicas, sendo convidado até hoje, quase aos cento e cinqüenta anos, a fazer palestras para médicos jovens e universitários.


Quem diria que não encontrou na vida o elixir da mocidade, transmitindo aos mais jovens seus conhecimentos e experiências, até esta idade. Um ser destinado a destaque entre os viventes.

Encontro misterioso - Alberto Landi

  Encontro misterioso Alberto Landi A nave da Catedral de Chartres era ampla e alta; colunas robustas sustentavam os arcos que pareciam subi...